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Como escolher um fundo de investimento? Descubra!

01/10/2021

Ao pesquisar sobre as alternativas para investir de maneira prática, é comum se deparar com os fundos de investimento. Esses veículos do mercado financeiro podem proporcionar exposição a diferentes setores e diversificação.
Contudo, como todo investimento, é fundamental que os interessados conheçam como os fundos funcionam e suas características. Assim, será possível verificar se eles podem ser adequados à sua carteira e seus objetivos financeiros.
A seguir, você entenderá mais sobre os fundos de investimentos e seus tipos e descobrirá como escolher a alternativa que faça mais sentido para sua carteira. Acompanhe!

O que é um fundo de investimento?

Um fundo de investimento é um veículo do mercado que permite o aporte em conjunto a outros investidores. Essa modalidade é lançada e administrada por empresas do mercado financeiro, que definem suas regras e estratégias.
O patrimônio do fundo é gerido por um gestor profissional. É ele quem terá a responsabilidade de buscar realizar os investimentos — isentando os investidores dessa tarefa. Quem deseja participar dos resultados obtidos pelo fundo, portanto, precisa adquirir cotas.
Elas representam uma fração ideal do patrimônio do fundo. Por isso, podem aumentar ou diminuir de preço, conforme os movimentos do capital. Além disso, determinados fundos de investimentos podem pagar dividendos periódicos.

Quais são os tipos de fundos de investimentos?

Depois de conhecer o funcionamento geral dos fundos de investimentos, você precisa saber que existem diversos tipos disponíveis no mercado. Eles podem variar conforme a estratégia adotada, composição da carteira e objetivos.
Entender como cada alternativa funciona é importante para fazer boas escolhas. Afinal, apesar de eles funcionarem da mesma maneira — uma modalidade de investimento coletivo e gestão profissional —, os fundos podem ter características bastante distintas.
Entre seus tipos mais conhecidos estão, por exemplo, os fundos de ações (FIAs)— que investem, prioritariamente, em papéis de empresas listadas na bolsa brasileira. Esses fundos, no entanto, podem ter estratégias bastantes diferentes entre si — de modo que eles podem ser mais arrojados ou moderados. Ainda, eles podem focar em estratégias de longo, médio ou curto prazo.
Outro tipo de fundo bastante conhecido são os fundos de investimentos imobiliários (FII). Eles têm um patrimônio composto, majoritariamente, por ativos desse mercado. Logo, podem focar na compra e venda de imóveis, títulos de renda fixa do mercado imobiliário ou mesmo cotas de outros FIIs.
Já os fundos multimercado (FIM) costumam ter uma estratégia mais diversificada. Assim, o gestor costuma compor o patrimônio do fundo com investimentos de diversas classes e setores.
A carteira do fundo multimercado pode conter, por exemplo, ações, moedas, títulos de renda fixa, cotas de outros fundos, entre outros.
Existem, ainda, outros tipos de fundos de investimento disponíveis ao investidor no mercado brasileiro. Veja uma lista dos principais:
  • exchange traded funds (ETFs);
  • fundos cambiais;
  • fundos de investimento em participação (FIPs);
  • fundos de criptomoedas;
  • fundos de renda fixa.
Cada fundo pode ter estratégias diversas, oferecendo oportunidades para diferentes objetivos e níveis de risco. Todas essas informações estão presentes na lâmina do fundo — um documento de publicação obrigatória pelas administradoras e gestoras.

O que avaliar para escolher um fundo de investimento?

Agora que você já sabe o que são os fundos de investimento e seus principais tipos, é preciso entender o que deve avaliar ao escolher um fundo para sua carteira.
Entenda a seguir os principais fatores para ter atenção:

Tipo de fundo

A primeira consideração a se fazer é o tipo de fundo de investimento a ser escolhido. Aqui, você deve responder a seguinte pergunta: a qual mercado quero me expor? Essa questão é fundamental para definir um fundo que faça sentido às suas expectativas.
Por exemplo, se você se interessa pela renda obtida com aluguéis e imóveis físicos, escolher fundos imobiliários pode ser atrativo. Já se quiser acompanhar o mercado de capitais brasileiro, investir em fundos de ações ou em ETFs desse segmento pode ser interessante.
Ainda, quem deseja diversificar o aporte e contar com uma gestão de carteira profissional, pode encontrar nos fundos multimercados uma possibilidade interessante. Afinal, eles costumam ter uma estratégia de alocação com maior liberdade.
Para tomar qualquer decisão de investimento, portanto, é fundamental que você defina seus objetivos.

Estratégia

Além do tipo de fundo, outro ponto que deve ser considerado é a estratégia do veículo. Afinal, mesmo dentro do mesmo tipo, os fundos podem ter diferentes objetivos, formas de alocação e métodos de gestão.
Por exemplo, alguns fundos de ações podem priorizar grandes empresas com elevada participação em um setor. Outros podem ter uma estratégia de investir em small caps, buscando potencializar os rendimentos com mais exposição aos riscos.
Ainda, existem fundos com foco em empresas que pagam bons dividendos. São muitas as possibilidades, e você deve analisá-las com atenção.
Então, ainda que você tenha decidido um tipo de fundo para o aporte, não esqueça de avaliar com cuidado a estratégia do gestor. Dessa forma, será possível adequar ainda mais o investimento ao seu perfil e objetivos.

Gestão

Outro ponto a se considerar é a gestão profissional. Lembre-se de que o patrimônio do fundo é administrado por esse agente do mercado. Assim, ele será o responsável por aplicar a estratégia proposta e buscar alcançar os objetivos estabelecidos.
Dessa forma, vale a pena considerar fundos com gestores experientes e com amplo conhecimento do mercado financeiro. Uma alternativa para avaliar a gestão com cautela é identificando os resultados obtidos no passado pelo gestor, bem como sua experiência no mercado.

Taxas

Não esqueça de considerar as taxas cobradas pelos fundos. Afinal elas influenciam diretamente no resultado para os cotistas. Podem cobradas duas taxas principais: a taxa de administração e a taxa de performance.
A primeira delas serve para remunerar o gestor e a administradora do fundo, e é divulgada como um percentual anual. No entanto, ela é provisionada diariamente de forma proporcional. Já a taxa de performance busca remunerar bons resultados.
Ela é aplicada quando os resultados do fundo ultrapassam um benchmark previamente escolhido. Entretanto, nem todo fundo apresenta essa cobrança específica.

Histórico

Por fim, uma informação importante para o investidor é o histórico de resultados do fundo. O gráfico dos resultados passados também é divulgado na lâmina — normalmente, apresentando números do último ano e de todo o período em que o fundo esteve ativo.
Apesar desta ser uma informação fundamental, é preciso entender que os resultados passados não dão garantias para o futuro. Então avalie essa questão como mais um dado a considerar, mas jamais como uma certeza para seu investimento.
Agora você já sabe o que considerar na hora de escolher um fundo de investimento! Lembre-se de que é possível investir em diversos fundos, desde que eles façam sentido para sua carteira. Além disso, a ajuda de profissionais qualificados pode dar o suporte necessário para essa escolha.
Quer contar com uma assessoria de investimentos para esclarecer suas dúvidas a respeito dos fundos? Então entre em contato com a Interinvest!