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Índices futuros dos EUA em queda, reunião da Opep+ e mais assuntos que vão movimentar o mercado hoje

04/10/2021

SÃO PAULO – A sessão é de queda para a maior parte dos mercados mundiais nesta segunda-feira (4), após o ânimo de sexta com o desenvolvimento de remédio contra Covid-19. Nesta data, os investidores ficam de olho na expectativa pela redução de estímulos nos Estados Unidos e alta dos preços de energia, que reforçam os temores de possível estagflação global.

Hoje, a Organização dos Países Exportadores de Petróleo e Aliados (Opep+) se reúne para discutir o nível de produção de petróleo, em meio a escalada de preços da commodity. O previsto para novembro era ampliar a oferta em 400 mil barris por dia, mas existe a chance de a produção ser ainda mais elevada.

No Brasil, a semana começa com o Focus, tendo nos próximos dias dados do IPCA, varejo e indústria. Nesta sessão, Roberto Campos Neto fala em eventos abertos à imprensa. Confira no que ficar de olho:

1. Bolsas mundiais

Estados Unidos

Os índices futuros americanos recuam nesta segunda.

A sexta-feira marcou o primeiro dia de atividade das bolsas em outubro, e o início do último trimestre de 2021. As principais bolsas americanas avançaram em meio a notícias de um novo tratamento oral desenvolvido pelas farmacêuticas Merck e Ridgeback Biotherapeutics contra a Covid, que impulsionou as ações ligadas à perspectiva de reabertura econômica.

As empresas pretendem buscar autorização emergencial para o remédio. Caso seja autorizado por órgãos regulatórios, este poderá se tornar o primeiro tratamento oral antiviral com efeito real sobre os pacientes a ser empregado –drogas como ivermectina e cloroquina são comprovadamente ineficazes.

Tradicionalmente difícil para os mercados, o mês de setembro foi prejudicado por temores quanto a inflação, redução de estímulos pelo Federal Reserve e alta de juros.

O rendimento dos títulos do Tesouro americano com vencimento em dez anos avançou a 1,56% na semana passada, o seu maior patamar desde junho.

Outros fatores que vêm inspirando cautela entre investidores é a crise da dívida da incorporadora chinesa Evergrande e a necessidade de aprovação de um novo teto para a dívida pública nos Estados Unidos.

No mês, o S&P fechou com queda de 4,8%, encerrando uma sequência de sete meses de ganhos; o Dow caiu 4,3% e o Nasdaq, 5,3%, em seus piores desempenhos em 2021 até o momento.

No quarto trimestre, o S&P tem, em média, ganhos de 3,9%. Na próxima sexta será divulgado o relatório de emprego dos Estados Unidos, que pode influenciar sobre a decisão do Federal Reserve sobre quando reduzir seu programa de compra de títulos.

A expectativa e economistas ouvidos pela FacSet é de que 475 mil novos empregos tenham sido adicionados em setembro, frente a 235 mil em agosto –500 mil vagas a menos do que o esperado.

Ásia

As bolsas asiáticas tiveram desempenho variados entre si na segunda-feira.

Em Hong Kong, o índice Hang Seng perdeu 2,9% na segunda depois de voltar a funcionar após um feriado na sexta.

O mercado chinês fica fechado até quinta-feira, com o feriado da Semana Dourada. Contudo, as preocupações sobre a Evergrande seguem no radar.

A negociação dos papéis do China Evergrande foram pausadas, em meio a temores sobre a saúde da incorporadora. Além disso, as negociações dos papéis do Evergrande Property Services também foram pausadas. A empresa afirma que espera-se um anúncio quanto a uma “possível oferta geral por ações da companhia”.

As negociações dos papéis de outra incorporadora chinesa, a Hopson, também foram suspensas. A empresa atribuiu a pausa por conta de uma “grande transação”, sob a qual concordou em comprar os papéis de outra empresa.

Nas últimas duas semanas, o Evergrande deixou de pagar os juros de dois títulos. Além disso, no Japão, o Nikkei recuou 1,13%.

Europa

As bolsas europeias, por sua vez, operam em território positivo nesta segunda-feira. O índice Stoxx 600, que reúne as ações de 600 empresas de todos os principais setores de 17 países europeus, recua 0,3%, com destaque negativo para papéis de bancos e do setor automotivo, e positivo para papéis do setor de saúde.

Veja os principais indicadores às 7h30 (horário de Brasília):

Estados Unidos

*Dow Jones Futuro (EUA), -0,27%
*S&P 500 Futuro (EUA), -0,32%
*Nasdaq Futuro (EUA), -0,44%

Europa

*FTSE 100 (Reino Unido), +0,16%
*Dax (Alemanha), +0,04%
*CAC 40 (França), +0,14%
*FTSE MIB (Itália), +0,01%

Ásia

*Nikkei (Japão), -1,13% (fechado)
*Shanghai SE (China), +0,9% (fechado)
*Hang Seng Index (Hong Kong), -2,19% (fechado)
*Kospi (Coreia do Sul), (não abriu)

Commodities e Bitcoin

*Petróleo WTI, +0,13%, a US$ 75,98 o barril
*Petróleo Brent, +0,21%, a US$ 79,44 o barril
*Bitcoin, -0,59% a US$ 47.603,07
*Sobre o minério: **O minério de ferro negociado na bolsa de Dalian fechou em alta de 5,41%, a 721,5 iuanes, o equivalente a US$ 111,92.
USD/CNY = 6,45

 

2. Agenda

Início da reunião da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep)

Estados Unidos

11h: Encomendas à indústria de agosto

Europa

7h: Encontro do Eurogrupo, que reúne ministros das Finanças da Zona do Euro

Brasil

8h25: Banco Central divulga o Boletim Focus, com a expectativa de economistas sobre indicadores como inflação, juros e PIB
10h: Roberto Campos Neto profere palestra na Associação Comercial de São Paulo
16h30: Campos Neto participa de live do Valor

Japão

20h30: Índice de Preços ao Consumidor (IPC) de Tóquio, relativo a setembro
21h30: Índice do Gerente de Compras (PMI) do setor de serviços, relativo a setembro

3. Covid, passaporte de vacinação, CFM e CPI

No domingo (3), a média móvel de mortes por Covid em 7 dias no Brasil ficou em 500, patamar 10% abaixo daquele de 14 dias antes. Em apenas um dia, foram registradas 237 mortes.

As informações são do consórcio de veículos de imprensa que sistematiza dados sobre Covid coletados por secretarias de Saúde no Brasil, que divulgou, às 20h, o avanço da pandemia em 24 h.

A média móvel de novos casos em 7 dias foi de 16.611, queda de 49% em relação ao patamar de 14 dias antes. Em apenas um dia foram registrados 9.176 novos casos.

Chegou a 147.457.100 o número de pessoas que receberam a primeira dose da vacina contra a Covid no Brasil, o equivalente a 69,13% da população. A segunda dose ou a vacina de dose única foi aplicada em 93.558.913 pessoas, ou 43,86% da população.

A dose de reforço foi aplicada em 1.057.700 pessoas, ou 0,5% da população.

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) criticou na sexta-feira a adoção do chamado passaporte da Covid por gestores regionais, destacando que a medida jamais será utilizada pelo governo federal, e afirmou que não pode admitir que “alguns protótipos de ditadores” queiram tirar a liberdade das pessoas.

“Algumas medidas restritivas que estão aparecendo agora pelo Brasil nós não podemos admitir. A liberdade acima de tudo”, disse o presidente em discurso durante visita a Maringá (PR).

O passaporte da Covid é um documento que tem sido adotado por mais de 200 cidades brasileiras por meio do qual só se pode ter acesso a um estabelecimento comercial se a pessoa estiver vacinada contra a Covid.

“Não podemos admitir que alguns protótipos de ditadores, em nome da saúde, queiram tirar a liberdade de vocês. Quem abre mão de parte da sua liberdade por segurança acaba ficando sem segurança e sem liberdade”, acrescentou, em evento de inauguração das obras de modernização e ampliação do aeroporto de Maringá.

Também na sexta, a Defensoria Pública da União (DPU) informou que entrou com uma ação civil pública contra o Conselho Federal de Medicina (CFM) por permitir que médicos prescrevessem cloroquina e hidroxicloroquina contra a Covid-19, e pediu indenização aos pacientes que, submetidos a esses remédios comprovadamente ineficazes contra a doença, não receberam tratamento adequado.

A ação, ajuizada na Vara Cível da Subseção Judiciária de São Paulo, faz referência a parecer do CFM aprovado em reunião ocorrida em abril de 2020.

O documento abordava a cloroquina e a hidroxicloroquina para o tratamento de pacientes com Covid-19, e afastava, inclusive, artigo do Código de Ética Médica que vedava uso de medicação cujo valor ainda não tivesse sido cientificamente reconhecido.

A posição do CFM permitia a prescrição dos medicamentos a critério do médico e em decisão compartilhada com o paciente conforme defendido pelo presidente Jair Bolsonaro e muitos de seus seguidores.

Bolsonaro, chegou a se reunir com o presidente do CFM, Mauro Ribeiro, quando o conselho de classe autorizou a prescrição dos remédios contra a Covid-19.

Na ação ajuizada na sexta-feira, a DPU pede que a eficácia do parecer do CFM sobre a cloroquina seja suspensa em caráter liminar, além de solicitar que seja determinado ao conselho que oriente “ostensivamente a comunidade médica e a população em geral” sobre a ineficácia da cloroquina e da hidroxicloroquina no tratamento contra a Covid-19, ressaltando a possibilidade de infração ética dos profissionais que vierem a prescrever essas medicações.

Pede, ainda, que o CFM seja condenado a pagar indenização do valor de R$ 60 milhões por danos morais coletivos; R$ 50 mil a familiares de pacientes que, por terem recebido esses remédios, não obtiveram tratamento adequado e vieram a falecer; R$ 10 mil para os que desenvolveram sequelas em consequência do uso das medicações e ainda o custeio de seu tratamento pelo CFM.

A DPU aponta ainda que, mesmo diante de posicionamentos da OMS e da comunidade científica acerca da ineficácia dos medicamentos contra o coronavírus, o CFM ratificou sua posição a favor da prescrição em maio de 2021.

Além disso, a CPI da Covid do Senado vai incluir mensagens disparadas pelo presidente Jair Bolsonaro pelo WhatsApp como um dos elementos para justificar o pedido de indiciamento do chefe do Executivo Federal por crimes no enfrentamento à pandemia de coronavírus, afirmou na sexta-feira o relator da comissão, Renan Calheiros (MDB-AL).

No relatório final, segundo Renan, será feito um pedido de responsabilização do presidente Bolsonaro, que será “exemplar”, e também do Estado brasileiro.

A comissão de inquérito deverá votar um relatório final no dia 20 de outubro, e na próxima semana deverá tomar os últimos depoimentos.

4. Protestos, precatórios, Bolsa Família, PIB e inflação

Manifestantes se reuniram no sábado (02) em protestos em diferentes capitais do Brasil para protestar contra o governo federal e pedir o impeachment do presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

Além de críticas ao governo federal em relação ao enfrentamento à pandemia da Covid-19, dessa vez a inflação e os altos preços dos combustíveis também entraram na pauta dos atos.

Convocados para dar uma resposta às manifestações a favor de Bolsonaro no dia 7 de setembro, os atos contrários ao presidente reuniram partidos de centro-esquerda, centrais sindicais e movimentos sociais, entre eles MST, MTST, e as frentes Povo Sem Medo, Frente Brasil Popular e a Frente Fora Bolsonaro, na tentativa de mostrar união e fazer número.

De acordo com os organizadores, os atos foram convocados para mais de 200 cidades, com destaque para a Avenida Paulista, com a presença de lideranças políticas. Segundo levantamento do portal de notícias G1, foram registrados atos contra Bolsonaro no sábado em 60 cidades de 20 Estados do país.

Além disso, em solenidade no Palácio do Planalto na sexta-feira o ministro da Economia Paulo Guedes afirmou que o país terá que fazer uma escolha entre ajudar vulneráveis ou pagar os precatórios de forma imediata, disse o ministro da Economia, Paulo Guedes, nesta sexta-feira, reiterando que o governo precisa da ajuda do Congresso para viabilizar o reforço do Bolsa Família.

Guedes disse que o governo recebeu comandos conflitantes. De um lado, é obrigado a pagar os precatórios “instantaneamente” e, de outro, o Supremo Tribunal Federal (STF) determinou que o governo passe a pagar a partir do próximo ano a renda básica de cidadania.

O ministro afirmou que aguarda então uma orientação do Supremo Tribunal Federal (STF), mas que conta também com a contribuição do Congresso com a aprovação da PEC dos Precatórios e da reforma do Imposto de Renda.
Além disso, o Bradesco piorou de forma ampla as expectativas para algumas das principais variáveis econômicas brasileiras, vendo mais juros e inflação, câmbio mais depreciado e atividade mais lenta em 2022 e também o risco de racionamento de energia como o principal vetor negativo a ser monitorado.

A estimativa de que o Produto Interno Bruto (PIB) crescerá 1,6% (e não mais 1,8%) está relacionada a sinais crescentes de menor expansão da economia mundial no próximo ano.

A desaceleração não é mais forte porque a retomada do consumo das famílias ao nível pré-pandemia deverá garantir algum dinamismo à economia doméstica, disse o Bradesco em relatório com data de sexta-feira.

Mesmo com a previsão mais fraca de crescimento econômico, a inflação ficará mais alta em 2022. O segundo maior banco privado do país prevê que o IPCA subirá 3,8% no ano que vem, de 3,3% da projeção anterior.

Ainda no radar político, neste fim de semana, a investigação batizada como “Pandora Papers” feita pela revista piauí, pela Agência Pública e pelos sites Poder360 e Metrópoles, que teve acesso a 11,9 milhões de documentos sobre companhias sediadas em paraísos fiscais, mostrou que Guedes tem uma empresa offshore em um paraíso fiscal com US$ 9,55 milhões.

Por meio de nota enviada à piauí, o Ministério da Economia disse que “toda a atuação privada” de Guedes antes de sua posse “foi devidamente declarada à Receita Federal e aos demais órgãos competentes, o que inclui a sua participação societária na empresa mencionada”.

5. Radar corporativo

Banco Pan (BPAN4) e Mosaico (MOSI3)

O Banco Pan comunicou ter assinado acordo para a incorporação da totalidade das ações de emissão da Mosaico, dona das marcas Zoom, Buscapé e Bondfaro, e que é detentora da maior plataforma de conteúdo e originação de vendas para o e-commerce do Brasil.

Petrobras (PETR3; PETR4)

O risco é “zero” de a Petrobras atuar para segurar os preços dos combustíveis no país em meio a um período de valores elevados que pressionam a inflação e o orçamento dos brasileiros, disse o presidente da empresa, general da reserva Joaquim Silva e Luna, em entrevista à agência internacional de notícias Reuters.

Depois de 85 dias, a Petrobras promoveu na semana passada um reajuste no preço do diesel de cerca de 9%, e com altas anteriores o combustível nas refinarias da empresa acumula aumento de mais de 50% no ano, assim como a gasolina, gerando manifestações de políticos para que a petroleira estatal tenha uma “função social” de aliviar a inflação.

Além disso, a Associação de Petroleiros Acionistas da Petrobras (Anapetro) pediu que a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) abra um processo para apurar o interesse da estatal em blocos ambientalmente sensíveis que serão ofertados na próxima rodada de concessão de áreas exploratórias no país, segundo nota enviada à imprensa. A rodada está marcada para 7 de outubro, com a oferta de 92 blocos exploratórios marítimos nas bacias de Campos, Santos, Pelotas e Potiguar.

Para a associação, o eventual arremate de blocos em áreas ambientalmente sensíveis incluídas no leilão pode gerar insegurança jurídica e a possibilidade de indeferimento de licenças de exploração.

Alliar (AALR3)

A empresa de diagnósticos médicos Alliar anunciou na sexta-feira a renúncia de Fernando Terni como diretor-presidente, função que será acumulada por Ricardo Dupin, atual vice-presidente de operações.

Embraer (EMBR3)

A Embraer informou na sexta-feira que vendeu 50 aeronaves Ipanema EMB-203 em 2021 até o fim de setembro, o que representa um crescimento de 100% sobre todo o ano de 2020. Segundo a fabricante, a alta reflete o bom desempenho do agronegócio brasileiro e a confiança de empresas agrícolas em antecipar a demanda de 2022, que já responde por 30% das novas encomendas.

Além disso, a Eve Urban Air Mobility, empresa da Embraer, recebeu pedido de até 100 aeronaves elétricas de decolagem e pouso vertical (eVTOL), afirmou a assessoria de imprensa da Embraer neste domingo. O pedido foi feito pela Avantto, uma empresa com sede no Brasil, com entregas programadas para começar em 2026.

Fleury (FLRY3)

O Fleury vai intensificar seu crescimento via aquisições, dentro da estratégia de diversificar receitas, mas não pretende entrar numa disputa aberta com operadoras de planos de saúde, disse a presidente do grupo de medicina diagnóstica, Jeane Tsutsui.

As declarações de Tsutsui, que assumiu o cargo em abril, vêm em meio a uma onda de aquisições e novos investimentos da quase centenária companhia para se tornar um hub de serviços médicos, num momento de ebulição no mercado de saúde no Brasil catalisado pelos efeitos da pandemia de Covid-19, no ano passado.

IRB (IRBR3)

Menos de duas semanas após eleger um novo CEO, o IRB  agora se prepara para substituir seu vice-presidente de finanças. Werner Süffert, que estava no cargo desde março de 2020, ocupará a posição até 31 de outubro, quando será desligado. De acordo com o fato relevante arquivado pela empresa na Comissão de Valores Mobiliários (CVM), Süffert deixa a vice-presidência de finanças por motivos pessoais.

XP (XPBR31) e Itaú  (ITUB4)

O BDR (Brazilian Depositary Receipts) da XP  – certificados que representam as ações da corretora listada nos Estados Unidos- passarão a ser negociados na B3 nesta segunda.

A mudança veio após o sinal verde da XP Inc. e da XP Part. A relação de troca será de pouco mais de 43,3 ações XPart por ação ou BDR da XP.

O movimento marca a conclusão da saída do Itaú do capital da corretora, posição que detinha desde 2017.

Com essa cisão, decidida pelo Itaú no ano passado, cerca de 90 milhões de títulos da empresa passarão a ser negociados na Bolsa brasileira.

Pelo valor das ações da XP de sexta-feira, os BDRs representam mais de R$ 20 bilhões. Com isso, investidores brasileiros poderão ter acesso direto na B3 aos papéis da XP, que tem capital aberto na Nasdaq.

Banco Inter (BIDI11)

O  Banco Inter divulga prévia operacional do terceiro trimestre nesta manhã.

(com Ansa Brasil, Reuters e Estadão Conteúdo)

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Fonte: https://www.infomoney.com.br/mercados/indices-futuros-dos-eua-em-queda-reuniao-da-opep-e-mais-assuntos-que-vao-movimentar-o-mercado-hoje/