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Índices futuros dos EUA em recuperação após tombo na véspera, indústria no Brasil e mais assuntos que vão movimentar o mercado hoje

05/10/2021

SÃO PAULO – As bolsas da Europa e os índices futuros dos EUA têm ganhos nesta terça-feira (5) após a forte queda dos principais índices na véspera, em meio a temores sobre a inflação, que continuam no radar em um novo dia de alta para o petróleo.

A Organização dos Países Exportadores de Petróleo e Aliados (Opep+) decidiu na véspera seguir com o acordo feito em julho, e anunciou o aumento de apenas 400 mil barris por dia para outubro em relação a setembro. Existia a expectativa de que esse número fosse maior, dado a recente alta nos preços de energia, fazendo assim o brent ultrapassar US$ 81 por barril. O tema segue preocupando os investidores, com a inflação corroendo a renda. Os investidores também seguem à espera do dado mais importante da semana, o Relatório de Emprego de sexta-feira.

No radar econômico nacional, atenção para os dados de produção industrial de agosto, que será relevante para medir a continuidade das restrições de oferta no setor. Confira os destaques:

1. Bolsas mundiais

Estados Unidos

Os índices futuros americanos registram leves altas nesta terça depois do forte sell-off da véspera.

Na segunda, as bolsas americanas passaram por fortes perdas, em especial no setor de tecnologia. Investidores continuam a se desfazer de ações com forte perspectiva de crescimento, em meio à elevação do rendimento dos títulos do Tesouro americano, que atingiram o patamar de 1,48% na segunda, após chegarem a 1,56% na semana anterior.

O Nasdaq recuou 2,1% na segunda-feira, em sua sexta sessão negativa, com perdas de mais de 2% de Apple, Amazon, Microsoft e Alphabet, dona do Google.

As ações do Facebook recuaram 4,9% em meio a uma paralisação global do funcionamento de redes sociais sob sua posse: WhatsApp, Instagram e do próprio Facebook, que dá nome à companhia. O Dow perdeu mais de 300 pontos, e o S&P recuou 1,3%.

O mês de setembro é tradicionalmente difícil para os mercados, que enfrentaram dificuldades em meio a temores sobre inflação, sinais de desaceleração do crescimento e perspectiva de elevação da taxa de juros.

O S&P recuou 4,8% em setembro, encerrando uma sequência de sete meses de ganhos, em seu pior desempenho desde março de 2020, que marcou o início dos efeitos mais drásticos da pandemia. Apesar disso, o índice acumula ganho de 14,5% no ano.

No Congresso americano, parlamentares continuam a discutir a possibilidade de elevação ou suspensão do limite de endividamento dos Estados Unidos. Na semana passada, o Departamento do Tesouro alertou que os legisladores precisam chegar a um acordo até 18 de outubro.

Ásia

Na Ásia, o japonês Nikkei recuou 2,19%; na Coreia do Sul, o Kospi recuou 1,89%; em Hong Kong, o índice Hang Seng teve leves ganhos%. Na China continental, os mercados permaneceram fechados por conta de um feriado, que se estende até quinta-feira.

Em Hong Kong, o Hang Seng subiu graças a petrolíferas como a PetroChina, cuja ação saltou 7,59%, atingindo o maior nível desde janeiro de 2020, em meio a um forte avanço nos preços do petróleo.

Na segunda, membros da Organização dos Países Exportadores de Petróleo e seus aliados (Opep+) concordaram em se ater a um acordo para elevar a produção de petróleo a 400 mil barris por dia em novembro, impulsionando as ações de petroleiras na Ásia e no Pacífico.

Já empresas do setor imobiliário tiveram acentuadas perdas em Hong Kong, após a Fantasia Holdings não honrar o pagamento de um bônus em dólar. Negócios com ações locais da Evergrande, a endividada gigante do setor imobiliário chinês que enfrenta uma grave crise de liquidez, seguem suspensas.

Na começo da madrugada, o banco central australiano (RBA) manteve seu juro básico na mínima histórica de 0,10%, como se previa.

Europa

Na Europa, o índice Stoxx 600, que reúne as ações de 600 empresas de todos os principais setores de 17 países europeus, avança 0,3%. Bancos registram ganhos de cerca de 1%, enquanto que ações de construção e materiais perderam 0,4%.

Dados divulgados na terça indicam alta de 1% na produção industrial na França em agosto em relação ao mês imediatamente anterior, superando a previsão de analistas ouvidos pela agência internacional de notícias Reuters, de alta de 0,3%. O ritmo foi mais intenso do que o crescimento de 0,5% em julho, também em comparação com o mês imediatamente anterior.

Veja os principais indicadores às 7h30 (horário de Brasília):

Estados Unidos

*Dow Jones Futuro (EUA), +0,34%
*S&P 500 Futuro (EUA), +0,38%
*Nasdaq Futuro (EUA), +0,53%

Europa

*FTSE 100 (Reino Unido), +0,66%
*Dax (Alemanha), +0,41%
*CAC 40 (França), +0,78%
*FTSE MIB (Itália), +1,21%

Ásia

*Nikkei (Japão), -2,19% (fechado)
*Shanghai SE (China), (não abriu)
*Hang Seng Index (Hong Kong), +0,28% (fechado)
*Kospi (Coreia do Sul), -1,89%

Commodities e Bitcoin

*Petróleo WTI, +0,28%, a US$ 77,86 o barril
*Petróleo Brent, +0,47%, a US$ 81,64 o barril
*Bitcoin, +5,35%, a US$ 50.249,12
*Sobre o minério de ferro: **A bolsa de Dalian permaneceu fechada por conta de um feriado.
USD/CNY = 6,45

2. Agenda

Brasil

9h: Produção industrial relativa a agosto, com expectativa do consenso Refinitiv de queda de 0,4% na base mensal e estabilidade na comparação anual
10h: Índices do gerente de compras (PMIs na sigla em inglês) Markit do setor de serviços e composto, relativos a setembro
10h: Raimundo Nonato Brasil, sócio da VTCLog, presta depoimento na CPI da Covid

Estados Unidos

8h30: Janet Yellen, secretário do Tesouro, fala sobre teto da dívida fiscal em entrevista à CNBC
9h30: Balança comercial relativa a agosto
10h45: PMIs Markit do setor de serviços e composto, relativos a setembro
11h: ISM de serviços de setembro
14h15: Discurso de Randal Quarles, membro do Comitê Federal do Mercado Aberto, do Federal Reserve
17h30: Estoques semanais de petróleo bruto API

Europa

12h: Discurso de Christine Lagarde, presidente do Banco Central Europeu (BCE)

3. Covid, proteção vacinal, Queiroga no Brasil e denúncia contra Hapvida

Na segunda (4), a média móvel de mortes por Covid em 7 dias no Brasil ficou em 498, patamar 6% abaixo daquele de 14 dias antes. Em apenas um dia, foram registradas 199 mortes.

As informações são do consórcio de veículos de imprensa que sistematiza dados sobre Covid coletados por secretarias de Saúde no Brasil, que divulgou, às 20h, o avanço da pandemia em 24 h.

A média móvel de novos casos em 7 dias foi de 16.048, queda de 51% em relação ao patamar de 14 dias antes. Em apenas um dia foram registrados 11.149 novos casos.

Chegou a 147.731.532 o número de pessoas que receberam a primeira dose da vacina contra a Covid no Brasil, o equivalente a 69,25% da população. A segunda dose ou a vacina de dose única foi aplicada em 94.277.927 pessoas, ou 44,2% da população.

A dose de reforço foi aplicada em 1.222.210 pessoas, ou 0,57% da população.

Dados publicados na segunda-feira na revista médica Lancet indicam que a eficácia da vacina da Pfizer e da BioNTech na prevenção de infecções pelo coronavírus caiu de 88% para 47% seis meses após a segunda dose. Os dados haviam sido divulgados em agosto, antes da revisão por pares (outros cientistas), e foram avaliados pelas agências sanitárias dos Estados Unidos na decisão sobre a necessidade de doses de reforço.

Cientistas da Pfizer e da operadora de planos de saúde Kaiser Permanente estudaram os registros de saúde de cerca de 3,4 milhões de pessoas que eram membros da Kaiser Permanente do sul da Califórnia entre dezembro de 2020 quando a vacina se tornou disponível pela primeira vez e agosto de 2021.

A análise mostra que a eficácia da vacina na prevenção de hospitalização e morte continua alta, em 90%, por pelo menos seis meses, mesmo contra a variante Delta do coronavírus, que é altamente contagiosa. Ela sugere que a queda na prevenção de casos sintomáticos se dá por conta da diminuição da eficácia, e não por conta de variantes mais contagiosas, disseram os pesquisadores.

A eficácia da vacina contra a variante Delta foi de 93% após o primeiro mês, caindo para 53% após quatro meses. Contra outras variantes do coronavírus, a eficácia caiu de 97% para 67%.

Além disso, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, retornou ao Brasil na manhã de segunda-feira depois de cumprir quarentena nos Estados Unidos. Ele havia sido diagnosticado com Covid-19 durante sua estadia em Nova York para acompanhar o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) na Assembleia-Geral das Nações Unidas no mês passado.

De acordo com o Ministério da Saúde, Queiroga chegou ao aeroporto de Guarulhos por volta das 9h10 de segunda. Na véspera, em sua conta no Twitter, o ministro disse ter tido um teste negativo para a doença, que o liberava para retornar ao Brasil.

Além disso, reportagem com chamada de capa publicada nesta terça-feira no jornal O Globo afirma que a operadora de saúde Hapvida utilizou uma apresentação atribuída à oncologista Nise Yamaguchi para coagir médicos a prescreverem cloroquina, remédio ineficaz contra a Covid.

A oncologista atuou como consultora informal do Ministério da Saúde, e depôs na CPI da Covid em junho. Ela é uma das principais defensoras do remédio contra a Covid, apesar de sua ineficácia ter sido cientificamente comprovada.

O material atribuído a Yamaguchi, tem 33 slides e se chama “Evidência científicas sobre o uso precoce da cloroquina no combate à Covid-19”. Ele consta em troca de mensagens entregue à coluna da jornalista Malu Gaspar, de O Globo, por médicos que ainda trabalham na Hapvida. Segundo o jornal, o material teria sido distribuído em julho de 2020 pelo diretor de emergências da Hapvida, Alexandre Wolkoff.

O caso de coação denunciado pelos médicos da Hapvida tem semelhanças com o da Prevent Senior, afirma o jornal. Mas, neste último, profissionais afirmaram se tratar de um alinhamento ideológico proposital da operadora com o governo Bolsonaro, visando dar à população a esperança de que, com o tratamento precoce, seria possível se manter seguro, mesmo ignorando medidas de restrição de mobilidade.

4. Inflação, combustíveis e reforma tributária

A Procuradoria-Geral da República (PGR) informou na segunda-feira que vai abrir apurações preliminares para investigar offshores ligadas ao ministro da Economia, Paulo Guedes, e ao presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, citadas em reportagens do caso Pandora Papers.

Um vazamento de documentos financeiros publicados por várias organizações noticiosas no domingo supostamente ligam líderes e autoridades de todo o mundo a recursos depositados em paraísos fiscais, entre eles o rei Abdullah da Jordânia, o primeiro-ministro tcheco, Andrej Babis, e associados do presidente russo, Vladimir Putin, assim como Guedes e Campos Neto.

A PGR confirmou à agência internacional de notícias Reuters que haverá uma “notícia de fato”, espécie de averiguação inicial do caso em que ainda não se aponta qualquer indício de cometimento de crime por parte de qualquer autoridade.

Segundo a assessoria do órgão, o procedimento vai apurar se autoridades brasileiras teriam mantido contas com algum indício de irregularidade em paraísos fiscais.

Uma das questões a serem verificadas é se essas pessoas, em tese, teriam alguma limitação em função dos cargos que ocupam para manter essas contas, informou a PGR.

Na prática, ambas as autoridades não são formalmente investigadas, o que só ocorreria se a PGR decidir pedir ao Supremo Tribunal Federal (STF) abertura de inquérito contra elas caso considere haver indícios de crime.

Em nota, o Ministério da Economia disse que toda a atuação de Guedes no setor privado antes de assumir a pasta foi declarada à Receita Federal, à Comissão de Ética Pública e aos demais órgãos competentes. Acrescentou ainda que ela respeitou a legislação e se pautou pela ética.

Campos Neto afirmou em nota em nota distribuída pela assessoria de imprensa do Banco Central que as empresas apontadas na investigação jornalística foram constituídas há mais de 14 anos.

Ele informou que o patrimônio foi declarado à Receita, à Comissão de Ética Pública e ao BC com recolhimento da tributação devida. Disse ainda que não houve remessa de recursos às empresas após sua nomeação para função pública.

No Congresso, parlamentares da oposição se organizavam na segunda-feira para convocar o ministro e o presidente do Banco Central a prestarem esclarecimentos.

“É um caso gravíssimo. A conduta do ministro Paulo Guedes viola frontalmente o artigo 5º do Código de Conduta da Alta Administração Federal e, por isso, já deveria ter levado à demissão do ministro. Nós da oposição entramos com requerimento de convocação do ministro Paulo Guedes, para que ele venha à Câmara dos Deputados tentar se explicar”, disse o líder da Oposição na Câmara, deputado Alessandro Molon (PSB-RJ).

Texto publicado no site do PSOL informa que a sigla também apresentou pedidos de convocação de Guedes e Campos Neto.

Além de trabalharem pela convocação de Guedes e possivelmente Campos Neto, a oposição atua pela criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), o que enfrenta exigências regimentais mais complexas.

Além disso, em evento do Tribunal de Contas da União (TCU) na segunda, Guedes afirmou que o governo discute a possibilidade de capitalizar um fundo de estabilização dos preços de combustíveis com ações da estatal Pré-Sal Petróleo (PPSA) ou com ações que o BNDES tenha na Petrobras.

Guedes comentava as restrições impostas pelo teto de gastos. Segundo o ministro, a regra foi criada para impedir que o Estado cresça demais, mas também levanta questionamentos em decisões envolvendo despesas não-recorrentes sobre as quais a União não tem controle, como no caso dos precatórios, e também no caso de ações que afetem o patrimônio estatal.

“Agora está se discutindo fazer fundos de estabilização, como nós podemos fazer isso. Podemos integralizar esse fundo de estabilização com ações, por exemplo, da PPSA, com ações que o BNDES tenha, por exemplo, da Petrobras, como integralizar esse capital?”, disse Guedes.

Além disso, ​ao participar de evento na Associação Comercial de São Paulo​ na segunda, Campos Neto afirmou que o país precisa virar a página em programas que adotou para o enfrentamento à pandemia, numa provável menção ao auxílio emergencial no momento em que uma nova extensão do benefício volta a ser discutida.

Ele reforçou em diversos momentos que o país precisa não apenas reforçar o comprometimento com a sustentabilidade das contas públicas, como também melhorar a narrativa sobre as reformas que foram realizadas até aqui a despeito da crise com o coronavírus. Para o presidente do BC, o sinal fiscal ajudará no combate à inflação.

Já em live do Valor Econômico, Campos Neto enfatizou que está mirando entregar a inflação na meta em 2022, ano que faz parte de seu horizonte relevante. Ele voltou a dizer que o BC não acredita em ajustar a meta de inflação e que a Selic vai atingir o nível que for necessário para ancorar expectativas.

“Com nosso ritmo de atuação, nós levamos inflação para meta”, defendeu ele, reiterando que o pico da inflação no acumulado em 12 meses deve ser em setembro.

Ainda no radar, Arthur Lira, presidente da Câmara, reuniu-se com lideranças partidárias na noite de ontem para buscar uma solução à alta dos combustíveis. As conversas estariam em fase preliminar, mas as duas primeiras ideias possuem obstáculos. A criação de um valor fixo ao ICMS precisaria tramitar via PEC e sofreria resistência no Senado, onde os governadores têm maior influência, enquanto a criação de um fundo de estabilização carece de fonte clara de financiamento, além de passar por resistência de Paulo Guedes, segundo o jornal Valor.

O relator da PEC 110 (reforma tributária do consumo), senador Roberto Rocha, disse que apresentará seu parecer em breve e que há articulação para sua votação conjunta com a reforma do IR. Além disso, segundo ele, a Câmara votaria a lei do Refis e do CBS, criando uma “reforma ampla”. Em entrevista ao Estadão, ele descarta que a reforma do IR, necessária para o financiamento do novo Bolsa Família, seja adiada para 2022, conforme havia ventilado o relator da proposta, senador Angelo Coronel.

5. Radar corporativo

Oi (OIBR3;OIBR4)

O conselho de administração da Oi aprovou a proposta para venda de imóvel em Brasília por R$ 100 milhões.

O imóvel tem uma área de terreno de aproximadamente 152.000 metros quadrados e área construída de 34.645 metros quadrados, informou a empresa. A proposta foi feita pela DFC Empreendimentos e Participações e Meirelles Mascarenhas Empreendimentos Imobiliários.

Unifique (FIQE3) e Brisanet (BRIT3)

A XP iniciou a cobertura do setor de telecomunicações do Brasil (ISPs) com recomendação de compra em Unifique (preço-alvo de R$ 13) e Brisanet (preço-alvo de R$ 17 por ação).

“As recomendações são apoiadas principalmente por: (i) nossa perspectiva positiva para o setor de provedor de serviços de internet (ISP) brasileiro; (ii) forte dinâmica de crescimento e (iii) Execução operacional de alto nível em ambas as empresas, traduzindo-se em maior margem e rentabilidade. Em suma, Unifique é a nossa escolha preferida no setor, dado o risco-retorno atraente nos múltiplos atuais”, apontam os analistas da XP.

Eletromídia (ELMD3)

A Eletromídia concluiu a aquisição da NoAlvo, startup brasileira focada no setor de mídia out-of-home (OOH). A empresa é provedora de uma plataforma que conta com um sistema de planejamento de campanhas, que cruza dados geolocalizados de dispositivos móveis com os pontos físicos de mídia, de forma que é possível determinar os endereços para se anunciar considerando um determinado público-alvo, proporcionando dados e métricas para os anunciantes. O valor da operação não foi informado.

Segundo a companhia, a transação trará sinergias importantes, em que a Eletromidia poderá alavancar suas vendas com a expansão da presença em sua base atual de clientes através de uma melhor experiência de planejamento, venda e pós-venda; acessar novos clientes que não investem de forma relevante em mídia OOH pela falta de métricas disponibilizadas; e complementar seu time de tecnologia com profissionais especialistas no mercado OOH.

A NoAlvo será imediatamente integrada na Eletromidia. Os fundadores permanecem na companhia, beneficiários de um plano de stock option de longo prazo, com foco no desenvolvimento da plataforma tecnológica e de vendas da Eletromídia.

Omega (OMGE3)

O Omega concluiu a incorporação das empresas que integram os Complexo Eólico Hermenegildo e da Asteri Energia, com extinção das empresas incorporadas e, por consequência, cancelamento de todas as ações de sua emissão.

(com Reuters e Estadão Conteúdo)

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Fonte: https://www.infomoney.com.br/mercados/indices-futuros-dos-eua-em-recuperacao-apos-tombo-na-vespera-industria-no-brasil-e-mais-assuntos-que-vao-movimentar-o-mercado-hoje/