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Investir no Tesouro Direto: 4 passos para começar seus aportes!

27/01/2022

Os títulos públicos vêm se tornado cada vez mais populares entre os brasileiros por serem alternativas de investimentos seguros e descomplicados. Por essas características, eles costumam ser escolhidos tanto por investidores iniciantes quanto pelos mais experientes.
Contudo, antes de investir no Tesouro Direto é importante entender como a plataforma funciona. Nesse ambiente são negociados diversos títulos, com condições distintas. Portanto, compreender o que eles oferecem ajuda a avaliar se esses títulos fazem sentido para a sua estratégia financeira.
Quer saber mais sobre como funciona o Tesouro Direto e quais são os 4 passos para investir? Continue a leitura para conferir!

O que é e como funciona o Tesouro Direto?

Quando se fala em Tesouro Direto, muitas pessoas acreditam se tratar de uma alternativa de investimento. Mas, na realidade, esse é um programa criado pelo Governo Federal para oferecer os títulos do Tesouro Nacional.
Os recursos arrecadados por meio das aplicações têm a finalidade de viabilizar projetos do Governo brasileiro em diversos setores. O programa Tesouro Direto foi lançado em 2002 e teve o objetivo de facilitar o acesso de investidores pessoa física aos investimentos. Antes disso, apenas empresas podiam investir no Tesouro Nacional.
O investimento nos títulos da plataforma funciona de forma semelhante a um empréstimo. Assim, o investidor interessado aplica a quantia desejada e resgata o valor no vencimento do título, acrescido dos rendimentos.
As aplicações do Tesouro Direto fazem parte da classe da renda fixa e são consideradas seguras. Isso porque não ficam expostas aos riscos de mercado caso o resgate ocorra apenas no vencimento. Ademais, o emissor é o Governo Federal, que é considerado um bom pagador.

Quais são os títulos negociados nessa plataforma?

Como você viu, a plataforma Tesouro Direto conta com diferentes títulos. Para avaliar se algum deles se adéqua à sua carteira de investimentos, é importante conhecê-los, certo?
Confira quais são as principais alternativas oferecidas nesse ambiente!

Tesouro Prefixado

O Tesouro Prefixado rende a partir de uma taxa fixa, conhecida no momento da aplicação. Com isso, o investidor pode calcular exatamente quanto receberá se realizar o resgate na data do vencimento.
A plataforma oferece diferentes títulos prefixados, com condições distintas de prazos e rendimentos. Também é possível optar por alternativas com pagamento de juros semestrais ou apenas no momento do resgate.

Tesouro Selic

O Tesouro Selic é um título que tem seus rendimentos atrelados à taxa Selic — a taxa básica de juros da economia brasileira. Desse modo, ele é uma alternativa pós-fixada, pois o valor exato da rentabilidade só pode ser conhecido no momento do resgate.
Nesse caso, os rendimentos são contabilizados todos os dias úteis. Além disso, o título tem alta liquidez — que é a facilidade para converter o ativo em caixa. Por essas características, ele é visto como um substituto da poupança por muitos investidores.

Tesouro IPCA

Além de títulos com rentabilidade prefixada e pós-fixada, o Tesouro Direto tem um título híbrido: o Tesouro IPCA. Nesse caso, os seus rendimentos acompanham a taxa IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), que é o principal indicador da inflação do Brasil, mais um percentual prefixado.
Essa é uma forma de manter o seu dinheiro em uma aplicação que sempre será capaz de superar a inflação do período, preservando o seu poder de compra. Por isso, o titulo é bastante utilizado para planos de longo prazo, como aposentadoria.

Qual é o valor mínimo para investir no Tesouro Direto?

Uma das características das alternativas de investimentos oferecidas pelo Tesouro Nacional é serem acessíveis. Essa é uma forma de desconstruir a ideia de que realizar aportes financeiros é uma exclusividade de quem tem um vasto patrimônio.
O Tesouro Direto permite que o investidor adquira frações dos títulos públicos, o que torna o valor mínimo de aplicação menor. É possível encontrar alternativas com diversos preços, mas o mínimo para realizar aplicações na plataforma é cerca de R$ 30.

Como começar a aplicar no Tesouro?

Antes de realizar um investimento, independentemente da alternativa, é preciso analisar se ele faz sentido para o seu perfil e objetivos. Portanto, o primeiro cuidado antes de aplicar no Tesouro é realizar o teste de perfil de investidor, que revelará a sua tolerância aos riscos do mercado.
Existem três perfis: conservador, moderado e arrojado. Cada um deles tem uma forma diferente de lidar com as oscilações dos investimentos. Assim, é fundamental conhecer o seu.
Os títulos do Tesouro Direto são alternativas conservadoras. Afinal, oferecem baixo risco. Contudo, isso não significa que eles não possam fazer parte do portfólio de investidores com perfil mais arrojado.
Além de saber qual é o seu perfil, também é importante analisar os seus objetivos ao investir. Como vimos, as aplicações têm diferentes características de prazos e rentabilidade. Para uma escolha assertiva, é fundamental considerar as conquistas desejadas a partir dos aportes financeiros.
Por exemplo, se você pretende investir para um objetivo de curto prazo, é essencial escolher alternativas com um vencimento condizente — que geralmente oferecem juros menores.
Já os objetivos de longo prazo podem estar mais alinhados aos títulos com rentabilidade — ou possibilidade de rendimentos — mais interessante, se o dinheiro for mantido por mais tempo.

4 Passos para começar seus aportes

Após conhecer mais sobre o Tesouro Direto, você também precisa saber como investir, na prática. Veja os 4 passos para realizar o seu aporte na plataforma, caso faça sentido para seus objetivos!

1. Conheça os títulos e faça uma simulação

Na plataforma Tesouro Direto, você encontra um simulador que permite testar os investimentos antes de realizar os aportes em si. Essa é uma forma de conhecer mais sobre as alternativas e encontrar aquela mais adequada para o seu caso.

2. Abra a sua conta em uma instituição financeira

Os investimentos são realizados por meio das instituições financeiras autorizadas, que atuam como intermediárias das operações. Portanto, escolha a corretora de valores de sua confiança para abrir uma conta.

3. Transfira o dinheiro

Após os passos anteriores, a ação seguinte é transferir o dinheiro que deseja aplicar para a sua conta de investimentos.

4. Selecione a alternativa desejada

Quando tudo estiver pronto, basta selecionar o título desejado e fazer a compra. Isso pode ser feito no aplicativo ou site da corretora ou na página do próprio Tesouro Direto. Assim, você já estará investindo em títulos públicos.
Agora você já sabe os 4 passos para investir no Tesouro Direto, bem como as principais características dos títulos oferecidos pela plataforma. Assim, será mais fácil decidir de forma consciente sobre a alternativa. Não se esqueça de considerar sempre o seu perfil e objetivos na escolha!
Você sabia que não precisa escolher apenas uma alternativa de investimento na hora de fazer os aportes financeiros? Descubra as razões para considerar a diversificação dos investimentos!